terça-feira, 10 de dezembro de 2013


5 Pensamentos negativos que podem estar prejudicando a sua felicidade



5 pensamentos negativos que podem estar prejudicando a sua felicidade 5 pensamentos negativos que podem estar prejudicando a sua felicidade

Nossa mente tem muito mais força do que imaginamos. Isso não significa que uma pessoa otimista estará radiante e alegre durante todos os dias de sua vida e nunca passará por situações difíceis. Todos nós estamos sujeitos a, um dia ou outro, por um pequeno ou grande motivo, sentirmo-nos tristes, desanimados e até deprimidos. Porém, com bons pensamentos, é muito mais fácil aceitar os fatos, encarar momentos de dificuldades e levar a vida de forma mais leve!
Em contrapartida, a pessoa que, frequentemente, tem pensamentos negativos a respeito de si mesmo, de tudo e de todos que o cercam, tende a ter uma rotina mais difícil, pesada…
Maria Regina Altoé Marcantonio, psicoterapeuta de adolescentes, jovens, adultos, casais e família, destaca que a base para a maioria dos comportamentos é o pensamento. “Aquilo que você pensa a seu respeito, a respeito do outro, do que acontece ao seu redor, define muitas vezes a sua forma de agir e de reagir. Eles estão totalmente ligados aos seus medos pessoais, frustrações, acertos e erros”, explica.
Abaixo você confere uma lista com alguns pensamentos negativos que podem estar prejudicando sua felicidade, dos quais, se for o caso, você deve ser livrar o mais rápido possível!

1. “Não sou uma boa companhia”

Algumas pessoas, pelos mais variados motivos, não se consideram uma boa companhia, têm medo de iniciar uma conversa com um estranho, frequentar um grupo de amigos etc. E isso tudo faz com que, muitas vezes, elas deixem de desfrutar de momentos de felicidade ao lado de pessoas queridas.
De acordo com Maria Regina, nesses casos, é interessante e fundamental fazer cada pessoa pensar, primeiramente, por que tem essa ideia a respeito de si mesma. “O que pode ter acontecido na história de vida dessa pessoa, o ela que pode ter ouvido ou sentido que a levou a ter essa autoimagem negativa? Será que essa situação, momento, comentário, já passou ou ela pensa isso a respeito de si mesma – por exemplo, ‘não sei conversar’, ‘não sou interessante’ etc. -? Assim, terá, de fato, dificuldades em interagir com o outro”, acrescenta a psicoterapeuta.
Neste sentido, de acordo com a profissional, o importante é buscar, em si mesma, o que gera esse pensamento. “Procurar observar o que causa essa dificuldade de aproximação: o que é dela e o que é do outro. Às vezes conhecemos pessoas que podem intimidar, causar impacto, causar insegurança. Sempre procurar observar-se e entender o porquê… Esse é um bom caminho para iniciar uma busca de mudança. Antes de observar o outro, observe o que pensa e sente, quanto a essa situação”, diz Maria Regina.

2. “Só eu estou sozinha, enquanto todas minhas amigas namoram”

Maria Regina Altoé explica que, na nossa cultura, aprendemos, por muito tempo, que, para sermos felizes e/ou podermos ser “avaliados como alguém que deu certo na vida”, temos que estar com alguém. “Essa forma de pensar já leva automaticamente à obrigatoriedade de estar num relacionamento. Indo por esse caminho, estar sozinho pode ser entendido como sinônimo de fracasso”, diz.
Nem sempre é agradável ser uma das únicas pessoas do grupo de amigos ou da família que está sozinho. Mas o que você pensa a respeito disso? No seu grupo de convívio, há cobranças em relação a esta questão?
“Aqui cabe uma reflexão acerca desse ‘estar sozinho’: por que nesse momento você está sozinha? Como foi, o que aconteceu no seu último relacionamento? Por que terminou? Com que tipo de pessoas você tem se relacionado? Você sabe o que quer, o que procura na outra pessoa? Essas são questões amplas, que podem auxiliar a pessoa a ir entendendo como se relaciona e o que busca nos relacionamentos”, diz Maria Regina.
Mas, destaca a psicoterapeuta, para estar preparada para qualquer relacionamento afetivo, é importante aprender a estar sozinho, aprender a conhecer-se, ou seja: “ter consciência dos seus pontos frágeis, das suas necessidades, das certezas, do que gosta ou não, para, então, poder realmente estar com o outro”, diz. “Digo que isso é importante para qualquer relacionamento, para não corrermos o risco de colocar no outro a responsabilidade de sermos felizes”, acrescenta.
A psicoterapeuta destaca ainda: ficar sozinho pode ser também uma opção pessoal e não significa, necessariamente, um fracasso. Por isso, vale a pena pensar se o que realmente te deixa “para baixo” é mesmo o fato de estar sozinha ou são os comentários e as cobranças que os outros possam vir a fazer, em relação a isso.

3. “Não entendo/aceito o fim do meu relacionamento”

A psicoterapeuta Maria Regina explica que o término de um relacionamento tende a estar ligado a sofrimento, exatamente por lidar com o tema perda, com redefinição de projeto de vida, com frustração, com rejeição. Algo que não acontecerá, talvez, como o planejado numa etapa anterior.
“Talvez o fim de um relacionamento possa levar à tristeza, a dificuldades pessoais, sofrimento e até depressão, pelo o que representa esse término naquele momento e/ou na vida de cada um. A pessoa pode sentir-se rejeitada, frustrada, magoada, abandonada etc.”, diz a psicoterapeuta.
“Nesses casos, é de extrema importância, como aprendizado emocional, a pessoa parar e procurar entender por que esse relacionamento terminou, o que levou a isso. Não procurar um culpado, mas, sim, buscar entender qual é a sua parte nessa história. Esse é um exercício fundamental para o desenvolvimento emocional”, explica Maria Regina. “Claro que isso nem sempre é fácil, mas é necessário”, acrescenta.
Mas, conforme destaca a psicoterapeuta, é preciso tomar cuidado com a ideia de que todo fim de relacionamento significa algo ruim, leva à depressão. “Nem sempre. O fim pode ser resultado, também de um crescimento, amadurecimento das partes envolvidas que, juntas, resolveram ir por esse caminho como solução”, explica.
É preciso se concentrar na ideia de que terminar um relacionamento não é, necessariamente, sinônimo de sofrer exaustivamente. “Ficar fixado numa situação, num momento de vida não ajuda a resolver. Pode gerar mais frustração, intolerância, culpa, baixa autoestima e dificuldade em lidar com o que é real. Descobrir e entender os próprios medos e dificuldades, é fundamental para poder realmente estar por inteiro num próximo relacionamento com outra pessoa”, conclui a psicoterapeuta.

4. “A vida do outro é melhor do que a minha”

Já dizia um ditado popular: a grama do vizinho é sempre mais verde.
Infelizmente, algumas pessoas, embora nem percebam, seguem esta ideia, por acreditarem que a vida do outro (um amigo, um familiar, um conhecido) é melhor do que a sua. E isso faz com que elas se comparem constantemente com as outras pessoas. O que, claro, é uma atitude desnecessária e negativa.
De acordo com a psicoterapeuta Maria Regina, isso sugere uma insegurança, baixa autoestima, dificuldade em acreditar no que pensa, em aceitar-se, medo, instabilidade etc. “Será que essa pessoa sabe realmente o que quer para a sua vida? O grande risco nesse tipo de pensamento, de atitude, é não conseguir construir uma identidade própria, não ter uma referência sólida, ser vulnerável, influenciável e não conseguir ter uma opinião própria. Tenderá na grande marioria das vezes, senão em todas, a precisar da opinião ou aprovação de outra pessoa”, explica.
“Admirar o outro, o que ele tem, o que ele consegue, reconhecer suas habilidades, é sinal de maturidade. Mas é diferente de ‘usar’ as referências e tudo mais do outro como parâmetros. Isso despersonaliza”, acrescenta a profissional.

5. “Tenho muitos defeitos e não consigo me aceitar como sou”

Autoestima é base para viver bem, ter saúde, se relacionar. “Exige maturidade, investimento pessoal e coragem. É poder conhecer e reconhecer o que você tem de bom, de difícil, de defeitos e de qualidades e, ainda assim, gostar de si mesma”, diz a psicoterapeuta Maria Regina.
“Quando a pessoa tem essa autoconsciência – e isso não quer dizer que tenha conseguido aceitar-se em tudo e ser perfeita -, ela tem liberdade, segurança e confiança para ser ela mesma. Daí ela pode estar com o outro por inteiro. Para ouvir o que o outro tem a falar mesmo que não seja agradável ou fácil. Isso pode levar a uma descoberta, a um crescimento dela e do outro. Ela pode aceitar-se e a partir daí, buscar o que é felicidade para ela. Isso requer tempo, amor próprio, aceitação de si para depois chegar ao outro. Tendo essa base, resgata-se o otimismo”, explica a psicoterapeuta.
Para Maria Regina, se a pessoa percebe que, na sua vida, têm prevalecido pensamentos negativos, pesados, esse já é um alerta de que algo pode estar acontecendo de maneira distorcida. “É momento de parar e pensar, questionar essas ideias”, diz.
Ser otimista, explica Maria Regina, é ter por que viver, sorrir mesmo tendo consciência de que a vida não é a todo momento “linda” etc. “Podem existir na vida da pessoa momentos difíceis, mas com paciência, discernimento, vontade, coragem para seguir em frente”, diz. “Ser otimista é acreditar, tendo a realidade por base, e seguir em busca de realizar o que acredita”, conclui a psicoterapeuta.
Pode parecer difícil, de uma hora para outra, afastar todos os seus pensamentos negativos. Mas lembre-se a todo momento que você tem força para isso, para transformá-los em pensamentos positivos. Se for o caso, não hesite em buscar ajuda profissional. O importante é não desistir da sua felicidade!
pense positivo 5 pensamentos negativos que podem estar prejudicando a sua felicidade


domingo, 8 de dezembro de 2013


#Loba

Li esse texto de muito bom gosto escrito por um homem de 31 anos, diretor de redação de uma revista chamada “superinteressante”. 

Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.
No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro. Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem.
Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40. Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.
Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível. Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz!
Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça. Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo.
Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas, sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes.Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar;finge indiferença com mais competência quando interessa repelir.
Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor.
Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente.
Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas. Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos. Sim, aos 20 a mulher é escolhida.
Aos 40, é ela quem escolhe. E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo. Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome. Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros.
Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade. Aos 20, ela rói unhas. Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas.
Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave. Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas.
O jeito de olhar fica mais glamoroso, mais sexualmente arguto. Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio. No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque. Quando dá o bote, é para liquidar a fatura.
Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado. Mostra sua força na hora certa e de modo sutil. Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor antes de chegar o ponto de precisar exibi-lo. Consegue o que pretende sem confrontos inúteis.
Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher. Se você, anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranquila.
É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom!” 
Ele não merece aplausos? 
E tenho dito!



#Mulher de 40


A ficha não caiu mesmo que tenho 40 anos!!
E quem disse que a ficha tem que cair???kkkkkkkk
Eu só sei que me sinto mais jovem e feliz quando tinha meus 15,20,25,30,35,...nenhuma idade pode ser comparada  com os 40 anos!!!

"Eu acesso o Blog Mulher de 40 porque: Informação é o que não lhe falta, as dicas são as mais variadas, as opiniões são equilibradas e, não poderia faltar o toque de erotismo, que lhe dá um charme especial!"meuip




Allê Monteiro




sexta-feira, 22 de novembro de 2013

{VIDA (E SEXO) MELHOR DEPOIS DOS 40}

Vida e sexo melhor depois dos 40
A gente já estava quase careca de saber que, pra muita gente, é verdade mesmo que a vida começa aos 40. Você pode se dar bem antes, antecipar ou um pouco.Se encontrar no mundo um pouquinho depois. Mas a média, amiga, é de felicidade plena perto das quatro décadas. E o que parecia sabedoria popular virou um estudo daqueles, provando que a vida sexual (essa sim) fica muito melhor na idade da loba.
Uma pesquisa realizada pela revista britânica "Top Sante" descobriu que 81% das mulheres são mais aventureiras hoje, na casa dos 40, do que quando tinham 20 anos, e 63% são mais confiantes na cama nessa idade. Tudo indica que é quando atingem o pico da confiança sexual -sabem o que querem e não tem mais medo de perguntar! Essa pesquisa atual confirmou outro estudo, publicado este ano no "British Journal of Urology", de que as mulheres entre 40 e 50 vivem mesmo o ápice sexual, com relações mais prazerosas.
A revista também descobriu que a vida sexual das entrevistas melhorou depois que os filhos saíram de casa! Mais de 90% das que trabalham fora e têm filhos com menos de 10 anos disse que a vida sexual está empacada.
Nicola Down, o editor da revista analisou os resultados, em entrevista ao jornal "Telegraph": "A grande aventura sexual da mulher começa quando os filhos são mais velhos ou saíram de casa e as mulheres têm confiança no corpo e experiência para aproveita o sexo muito mais do que antes. Nossa pesquisa provou que as mulheres de 40 anos, casadas, têm sim melhores vidas sexuais".
Os pesquisadores também descobriram que 68% das mulheres na faixa dos 40 estão mais certas que aprimorar a técnica pode sim trazer mais prazer - e mais da metade confessou que não tem mesmo mais vergonha de pedir o que quer. Menos preocupadas com trabalho ou crianças, elas conseguem relaxar na cama.
Mais de 9 em 10 mulheres insistiram que a fidelidade é essencial numa relação, o que fez os números daquelas que confessam traições assustar: 25% das casadas entrevistadas admitiram um caso extraconjugal. E apenas 5% dessas disseram que foi com o amante que tiveram o melhor sexo. Mais da metade (58%) admitiu que a melhor experiência foi mesmo com o marido.
Por Sabrina Passos (MBPress)


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

{Livro: Sua vida em primeiro lugar}



Comprei esse livro em 2004, (faz tempo), mas ele é de 2002. A autora é a Cheryl Richardson, uma famosa coach americana, e ele foi publicado no Brasil pela editora Sextante, com 206 páginas. O sub-título é: “Como encontrar o equilíbrio entre sucesso profissional e qualidade de vida”. Eu sequer tinha o blog e já adorava ler sobre o assunto. Esses dias estava na minha casa fazendo aquela faxina e o encontrei perdido por lá, no meio de tantos. Reli e achei interessante resenhar para o blog, pois achei que vocês pudessem gostar.
Nós vivemos em uma época muito doida, onde todos estamos muito ocupados e estressados. Esses livros de auto-ajuda que nos ajudam a pelo menos refletir sobre nossas prioridades são sempre bacanas de serem lidos. Não gosto muito de livros que ficam dando vários exemplos para explicar um conceito, e geralmente esses livros de auto-ajuda traduzidos pecam muito nisso. Com esse não é diferente, mas vale a pena a leitura pelos conceitos que ele traz em si, enxugando os capítulos.
Por exemplo, ela lista os obstáculos mais comuns que uma pessoa desequilibrada vive hoje: repulsa ao egoísmo (priorizar as atividades para outras pessoas), horário que não reflete o que é prioridade, sensação de que tudo ao nosso redor nos desgasta, dinheiro dominando a vida, adrenalina como principal combustível, falta da presença dos amigos e a paz de espírito como a última coisa que passa pela sua cabeça. O importante é que a vida é sua, então a escolha também. O livro se baseia inteiramente nesse conceito, que é uma das bases do que eu aplico aqui no blog também. Todos somos responsáveis pela nossa vida, pela mudança de atitude e por correr atrás dos nossos objetivos. A autora afirma que todos podem viver como desejam, e ela se propôe a ensinar nesse livro como fazer.
A primeira lição é colocar-se em primeiro lugar na sua lista. Eu sei que, para quem é mãe ou pai, isso pode soar até uma heresia. Porém, precisamos estar bem para fazer o bem aos outros. Muitas pessoas vivem a vida somente satisfazendo as necessidades dos outros, frustrando-se na maior parte das vezes. Outras resumem sua vida ao seu trabalho, o que resulta em uma grande crise pessoal com o passar do tempo. Ela recomenda que cada um se conheça melhor, escreva em um diário, assuma um compromisso sagrado consigo mesmo(a) e tome o controle da sua vida. Também fala sobre relacionamentos e saúde emocional, dois aspectos que eu considero fundamentais para qualquer ser humano que habite este planeta.
Depois, ela recomenda que as prioridades sejam definidas. Afinal, como tomar uma atitude se não sabemos o que é mais importante? A autora estimula uma reflexão sobre o uso do tempo no nosso dia a dia e sobre o nosso poder de dizer “não”.
Na sequência, ela instiga: o que está desgastando você? Há um pequeno questionário para responder com sim ou não sobre o que consome sua energia. Aliás, o livro inteiro é cheio dessas interações, o que considero um exercício muito útil e ativo da leitura. Ela fala da possibilidade de terceirizar atividades, jogar fora o que não for útil, adiar certos projetos.
Investir na saúde financeira é o próximo passo. Mais uma vez, ela oferece um questionário como uma espécie de check-up da vida financeira, onde podemos analisar nossas atitudes com relação ao dinheiro. Segundo ela, cuidar da saúde financeira não significa se tornar rico(a), mas ter a possibilidade de tomar as melhores decisões. No mesmo capítulo, ela dá algumas dicas sobre como pedir um aumento ou cobrar dívidas de pessoas que devem a você.
Meu capítulo preferido é o que fala sobre o combustível de cada um. O que nos alimenta diariamente? O que faz a vida valer a pena? O que faz cada um de nós levantar da cama pela manhã? A autora cita algumas atitudes nocivas no dia a dia que nos tornam mais estressados e desanimados, com conselhos sobre como mudar determinadas atitudes. Cuidar bem do corpo, fazer exercícios, se alimentar bem e dormir suficientemente estão entre as recomendações de Cheryl.
Criar uma comunidade espiritual e honrar seu bem-estar espiritual estão entre as recomendações da autora para viver uma vida melhor. Se você tem uma religião ou gosta do assunto, pode tirar boas dicas para fortalecer sua espiritualidade. Mas não só para religiosos é que serve esse capítulo – ela fala muito sobre relacionamentos e emoções.
No geral, é um bom livro para ler em uma viagem ou aos pouquinhos, no dia a dia. É uma leitura rápida e recomendada a qualquer pessoa hoje em dia, já que todos nós estamos vivendo nessa correria. Também pode ser um bom presente. Não é dos meus preferidos, confesso gente, mas trata de muitos conceitos que eu acredito e que implemento na minha filosofia de organização, transmitindo aqui no blog, então recomendo sim a leitura para todos que se interessarem. Estou buscando uma vidinha mais organizada em todos os sentidos,principalmente nas questões de emoção/conciliar casamento/filhos/trabalho/casa/estudos/...a listinha é grande gente!!!
Realmente, estou precisando recorrer a leituras e conselhos por que o tempo voa e não quero chegar aos 80 anos com a sensação que o tempo me sufocou!!!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Organizar para ser bela e estar na moda

A roupa certa para cada idade

Por Ana Lívia Harada - Consultora de imagem
Publicado em 03/03/2009

Veja dicas da especialista para não errar no look.

A roupa certa para cada idade
A mulher quer sempre estar bonita em todas as fases da vida. E, graças à modernidade, hoje em dia temos recursos e fácil acesso à informações sobre moda, beleza, saúde e bem estar, o que é ótimo, pois funcionam como um guia. Porém muitas vezes, acabamos nos confundindo com o que é adequado para cada idade.
Como resultado, encontramos moças vestidas de senhoras, se comportando como crianças, e senhoras vestidas de gatinhas se comportando como tais. Nada errado com isso, porém, pode passar uma imagem um pouco equivocada.
A roupa nessas horas pode ser grande aliada ou a pior inimiga. Para fazermos bonito em todas as fases de nossas vidas, temos que prestar atenção em detalhes sutis, como o corte do cabelo, o decote das blusas, o caimento das calças, os acessórios, as cores das roupas...
O bom senso ajuda muito nesses momentos. Veja algumas dicas que podem ser úteis na hora da escolha de seu figurino:
Dos 14 aos 19 anos
Dos 14 aos 19 anos
A fase da adolescência... Uma delícia! Fase de descobertas, de mudança no corpo, de formação de valores, idéias e conceitos sobre a vida. Nesta fase a tendência é queremos nos encaixar em algum grupo, seja ele na escola, na turma do clube ou na família. Nossa identidade está em formação, geralmente uma menina desta idade ainda não tem ao certo um estilo definido de como se vestir, portanto, a regra aqui é não ter muitas regras! Tudo é permitido. A menina adolescente pode usar e abusar de cores alegres, estampas coloridas, e misturar muitos estilos em um só look. Vai depender da criatividade de cada uma.
As roupas podem ser mais justas ao corpo, podem ser usadas saias, vestidos e shorts mais curtinhos, sem cair na vulgaridade. A menina pode usar a barriga de fora, pois agora é a hora de se expor, de ganhar confiança, de explorar...
Não há nada de errado de usar sobreposições de vestidos e saias sobre meias coloridas, leggings, com tênis e casaquetos de moleton. Não há nada de errado de fazer o estilo surfistinha, e usar calça jeans e top ou ser retrô e usar calças boca de sino, batas indianas e sandalinhas de couro! Deve-se pensar apenas em respeitar o seu tipo físico, o estilo que você se identifica e dar asas a sua imaginação!

A maquiagem pode ser mais discreta, como um brilho nos lábios. O cabelo pode ser bem comprido, porém, deve estar bem cuidado.
Aos 20 anos
Aos 20 anos
Nesta idade, a jovem já está crescendo e não quer mais parecer uma menininha. Geralmente já começa a trabalhar, ganhar independência e sabe direitinho a imagem que quer passar. A roupa, porém, ainda tem um toque de individualidade, criatividade e jovialidade. Ainda é possível usar roupas mais sensuais, dependendo da ocasião, sem parecer inadequada. A jovem dos 20 anos geralmente sai para festas e pode usar fendas, decotes, rendas e comprimentos curtos. De manhã pode usar vestidos floridos, coloridos e alegres. É uma fase que a menina-mulher já sabe mostrar sua sensualidade, porém deve tomar cuidado para não exagerar nos brilhos e decotes nos lugares errados como no escritório, por exemplo.

Aos 30 anos
Aos 30 anos
Aos 30 a mulher já atingiu a maturidade. Sua vida pessoal e profissional já está mais estável. Nessa idade muitas já são mulheres casadas e mães. Aqui a elegância é o que predomina e não modismos. A mulher desta idade está mais contida para ousar em decotes, transparências e comprimentos curtos. Prefere peças de qualidade e durabilidade. Prefere um caimento bonito, uma modelagem bem feita, um tecido mais nobre. Pode ainda mostrar o colo, o ombro, e braços, use o bom senso, nada muito exagerado. Aos 30 é melhor deixar a barriguinha coberta, fica mais elegante. Prefira o uso de saias médias ou longas, e calças retas, com a cintura no lugar. Evite roupas muito justas, calças de cintura muito baixas. Mantenha, porém, a jovialidade, a feminilidade e a graça, não precisa se vestir de forma tradicional e clássica, muito séria! O comprimento do cabelo é de curto a médio longo, a maquiagem pode ser mais trabalhada, dependendo da ocasião. Os acessórios podem ser mais elaborados, mais chiques e de qualidade.

Aos 40 anos
Aos 40 anos
A estabilidade está no auge. A mulher de 40 anos, geralmente já atinge sua independência. Nesta idade algumas entram em crises. Não é necessário. Nada mais sexy do que a confiança, a sabedoria e a calma de uma mulher de 40 anos! Contudo, a roupa pode ser mais clean e sem exageros, mas não necessariamente careta. Continue apostando na qualidade das roupas, dos acessórios, e evitando as modinhas. Invista em peças de caimentos impecáveis e tecidos bons, o seu look ficará mais sofisticado! Use peças de design moderno e chique. Aposte nas calças retas, em uma camisa bonita, em valorizar o colo, em tecidos fluídos...
Cuidado com as fendas muito grandes, os decotes profundos, as estampas exageradas para não chamar atenção pela vulgaridade, ou os babadinhos, o cor-de-rosa clarinho, as rendas, para não parecer muito romântica e menininha.
O salto alto pode se tornar um grande aliado para alongar e afinar sua silhueta, deixar sua postura mais esguia e elegante, além de ser muito sensual. Prefira jóias discretas, para dar leveza e jovialidade ao visual. A maquiagem pode ter ênfase numa boa pele, um bronze nas maçãs do rosto e olhos bem delineados, abertos e vivos!

Aos 50
A roupa certa para cada idade
Nesta idade o corpo e a pele já estão mostrando sinais da idade, portanto, a escolha da roupa deve ser cada vez mais sutil. É importante que tenha qualidade. Qualidade não só no design, mas no caimento, na modelagem, na escolha do tecido. Nada de roupa muito ajustada no corpo, prefira caimentos mais retos, que não marquem muito a silhueta.
Tenha o rosto como ponto focal, ou seja, a área de maior destaque na hora de compor o look. Para isso use acessórios e jóias para dar presença ao seu visual e se enfeitar. Use ores, brilhos discretos, texturas, decotes e cabelo curto ou médio para realçar o seu rosto. Sapatos de bico fino são chiques e alongam o comprimento da perna. Saltos são bem vindos, mas prefira as sandálias fechadas. Invista em sapatos e bolsas de boa qualidade.

Aos 60
Aos 40 anos
A partir dos sessenta anos, nosso corpo já não é o mesmo, salvo algumas exceções, a maioria das mulheres nessa fase já teve grandes mudanças hormonais e metabólicas que implicam em ganho de peso, perda de massa muscular e perda da elasticidade da pele; o que favorecem as mudanças visíveis. Portanto, as roupas, jóias e os acessórios podem e devem se destacar. Prefira roupas mais fechadas, que cubram os braços e o colo, e utilize tecidos mais estruturados e nobres. Conjuntos de blazer e calça ou tailler são ótimas escolhas. Fuja um pouco das calças jeans, da camiseta, do look muito esportivo. Tente compor looks mais clássicos, você ficará mais elegante e passará um ar mais sofisticado. As jóias podem ter tamanhos variados, colares de pérolas ficam muito chiques, lenços, conjuntos de twin-set de cashmere, saias abaixo do joelho e calças de alfaiataria.  Fuja de vestidos curtos, de alça fina, e dos brilhos. Lembre-se menos é mais.

Leia também: Academia com a roupa certa.

Verdade ou mito: existe um ápice na vida sexual das pessoas?

Por Equipe BBel
Publicado em 13/03/2013

Casal de meia idade namorando>
Shutterstock/Yuri Arcurs
Do ponto de vista biológico, uma mulher está no ápice de sua vida sexual quando seus hormônios estão a pleno vapor e seu corpo preparado para se reproduzir, o que acontece na juventude. Mas, de forma isolada, isso dificilmente quer dizer alguma coisa. Há uma série de outros fatores que interferem na vida sexual das pessoas e quando se trata do ponto alto, estamos falando principalmente de satisfação sexual.
Pesquisas de opinião realizadas pelo mundo afora têm mostrado que as mulheres na faixa dos 40 anos são aquelas que se dizem mais satisfeitas com sua vida sexual. Para o médico Gustavo de Alarcon, urologista especialista em sexualidade, algumas pistas são capazes de revelar a origem dessa tendência. "Não podemos generalizar, mas o que sabemos é que as mulheres mais velhas se soltam mais nas relações sexuais. E na natureza, as fêmeas maduras têm maior posição na hierarquia social", argumenta. 
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